Uma reestruturação profunda nos fundamentos do mercado laboral
A entrada da Geração Z (GenZ) no mercado de trabalho em Portugal está a exigir uma transformação na gestão de talento.
Mais do que benefícios económicos isolados, estes jovens priorizam de forma clara o bem-estar, a progressão e o desenvolvimento de competências. No entanto, esta ambição colide de frente com realidades materiais severas, como a pressão do custo de vida e a escassez de habitação acessível.
Compreender estas dinâmicas deixou de ser opcional e é hoje um imperativo estratégico para líderes de Recursos Humanos.
Aceda aos dados que vão transformar a sua estratégia de atração e retenção.
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aceda a todos os estudos da Randstad Research.
respostas rápidas sobre o impacto da GenZ nas organizações
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Como foi definida a amostra da Geração Z neste relatório?
O estudo cruza dados oficiais de grupos etários fixos (INE e Eurostat) com um inquérito empírico direto aplicado a jovens nascidos entre 1997 e 2012 em Portugal. No report completo, explicamos as profundas diferenças.
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Qual é o verdadeiro motivo por trás da alta rotatividade da GenZ em Portugal?
Ao contrário do que se pensa, não é apenas uma questão de salário direto. A falta de progressão na carreira lidera como o principal motor de saída (55%).
Faça o download do estudo para aceder às recomendações práticas sobre como reestruturar os seus planos de retenção e liderança.
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De que forma a crise da habitação afeta o foco e a retenção do talento jovem?
A pressão do custo de vida é severa: 55,8% destes jovens gastam mais de 40% do seu salário líquido com habitação, o que força 56,2% a viver com os pais.
Descarregue o relatório para compreender como este bloqueio financeiro está a impulsionar a fuga de talentos e a procura por múltiplos empregos (side hustles).
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Qual é o principal "alerta vermelho" sobre a utilização de Inteligência Artificial pelas novas gerações?
Embora 72,8% usem IA no dia a dia, existe uma lacuna crítica nas empresas: 44,1% destes profissionais nunca recebeu formação formal da sua entidade empregadora.
No estudo completo, detalhamos como mitigar este fosso de competências e aumentar a produtividade das suas equipas.
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O regime de teletrabalho é realmente um fator eliminatório (deal-breaker) para a GenZ?
Sim. Uma minoria expressiva de quase 3 em cada 10 jovens (27,2%) afirma convictamente que recusaria um salário superior se a função não permitisse o trabalho remoto ou híbrido.
Aceda ao documento completo para ver como equilibrar a sua proposta de valor (EVP) com estas novas exigências do mercado.
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